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por ermes, em 28.07.13

Diário de uma Ninfomaníaca (2008)

Título Original: Diario de una ninfómana  •  Ano: 2008  •  País: Espanha  •  Género: Drama, Romance

Realização: Christian Molina  •  Elenco: Belén FabraLeonardo SbaragliaLlum Barrera

Sinopse: Val é uma jovem francesa ninfomaníaca que faz questão de registrar as suas confissões mais íntimas num diário secreto.

 

Esta é apenas uma das muitas cenas onde a actriz Belén Fabra mostra toda a sua sensualidade e erotismo…

 

O “DIARIO DE UMA NINFOMANÍACA” foi apenas mais um dos muitos filmes que encontrei por acaso ao fazer zapping. Nunca tinha ouvido falar do filme, não sabia qual era a sua história mas mesmo assim, resolvi numa noite dessas assistir ao filme e valeu a pena. O filme está realmente fantástico e este, é apenas mais um dos muitos filmes que aqui vou recomendar.

 

De uma forma genial, o filme fala abertamente do sexo mas desenganam-se aqueles que agora vão pensar que o filme fala apenas de sexo. O sexo é apenas uma parte da história e a outra parte é acerca de uma mulher que busca aquilo que todos nós procuramos diariamente: a felicidade. Aqui, a actriz espanhola Belén Fabra interpreta uma mulher que nunca está satisfeita com o sexo. Quer mais e sempre mais mas, um dia vai perceber que o sexo nem é tudo na vida e por maus ou bons caminhos, vai fazer os possíveis para viver a vida da melhor forma.

 

 

O filme chega a ser dramático, com muitos momentos emocionantes mas o filme, a meu ver, passa também uma mensagem interessante. Uma mensagem que dá que pensar e… vale a pena ver. Sejas homem ou mulher, eu sou da opinião de que este filme deve ser visto por todos…

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por ermes, em 28.07.13

Resident Evil: Retaliação (2012)

Título Original: Resident Evil: Retribution  •  Ano: 2012  •  País: EUA, Canadá e Alemanha  •  Género: Acção, Terror, Sci-Fi

Realização: Paul W.S. Anderson  •  Elenco: Milla JovovichSienna GuilloryMichelle Rodriguez, Johann Urb

Sinopse: O vírus mortal da Umbrella Corporation continua a assolar a Terra, transformando a população global em legiões de mortos-vivos. A última e única esperança da raça humana, Alice (Milla Jovovich), desperta nas instalações de uma base secreta da Umbrella Corporation, e vai revelando o seu passado misterioso à medida que a história avança. Sem um porto seguro, Alice continua a sua perseguição pelos responsáveis por esta tragédia; uma perseguição que a leva de Tóquio a Nova Iorque, Washington e Moscovo, culminando com uma revelação alucinante que a força a repensar em tudo aquilo que considerava verdadeiro. Com a ajuda de novos aliados e amigos de longa data, Alice luta para conseguir sobreviver o tempo suficiente para escapar de um mundo hostil à beira do esquecimento. A contagem decrescente começou.

 

Milla Jovovich, ou melhor, a grande heroína Alice a matar mais um, de tantos, mortos-vivos que ela já matou ao longo de todos estes anos…

 

Nesta altura do campeonato eu já perdi a noção de quantos filmes já existem do “RESIDENT EVIL” e para ser sincero, nem tive paciência para pesquisar no IMDb. A mim já me parecem que são demasiados e acho que está na altura de dar um ponto final a esta história que já começa a irritar e a ir por caminhos que não agradam a ninguém mas… Ao ver este “RESIDENT EVIL: RETALIAÇÃO”, ficamos no final do filme com a sensação de que ainda irá haver continuações. Não sei se isso será verdade mas se assim for… Oh meu Deus!! Não acham que já deram tudo o que tinham para dar?!

 

Eu devo confessar que sou um grande apreciador de filmes onde as mulheres são as grandes heroínas. Não sei bem explicar porque, mas sou mesmo fascinado por personagens como a Alice deste Resident Evil. Por isso, apesar de nunca ter sido um grande fã dos filmes de zombies, assim que estreou o primeiro filme da série, fiz questão de ir vê-lo ao cinema e lembro-me que na altura gostei muito. Depois, devo ter visto mais um ou dois dos filmes a seguir mas, se a memória não me falha, eu não gostei muito dos filmes que se seguiram. E em relação a esta última aventura pelo mundo dos mortos-vivos, tenho mesmo que admitir que achei o filme muito, mas mesmo muito fraquinho. O filme deixou muito a desejar e ainda bem que nunca cheguei a gastar dinheiro para ir vê-lo ao cinema. Iria com certeza arrepender-me se assim fosse.

 

O filme estreou na passada sexta-feira no canal TVCine 1 e juntamente com a minha irmã, nós resolvemos vê-lo já tendo uma ligeira noção de que o filme não iria ser do nosso agrado. No entanto resolvemos arriscar e para ser sincero, ao ver os momentos iniciais do filme, em que ainda estão a passar os créditos e sequências de imagens de trás para a frente, eu só de ver aquilo, comecei a achar que estava perante um grande filme mas… logo de imediato as minhas expectativas afundaram-se no oceano e… enfim!! O filme não tem história nenhuma, ninguém do elenco se aproveita, não há praticamente nenhuma cena no filme sem que não haja um constante tiroteio, as aparições da Rainha de Vermelho são super irritantes e ao longo de todo o filme, a sensação que tive é que estava perante um videojogo em que só me faltava mesmo, ter um joystick na mão para comandar aquele bando de personagens. Tal como li num comentário deixado num site de cinema, o filme foi um autêntico lixo para os meus olhos.

 

 

E com tanto lixo visual a poluir os meus olhos, de uma coisa eu já tenho a certeza, não vou mais apostar nesta série de filmes que de filme para filme, esta a piorar e muito…

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por ermes, em 27.07.13

Em Linha Reta (2011)

Título Original: La ligne droite  •  Ano: 2011  •  País: França  •  Género: Drama

Realização: Régis Wargnier  •  Elenco: Rachida BrakniCyril DescoursClémentine Célarié

Sinopse: Leila sai da prisão e aceita treinar Yannick, um jovem corredor que perdeu a visão num acidente. Mas à medida que Yannick se apaixona por Leila, o passado desta e a mãe do atleta, encarregam-se de manter os dois apaixonados afastados.

 

Cena com os protagonistas do filme: Rachida Brakni (Leila) e Cyril Descours (Yannick)

 

“EM LINHA RETA” é apenas um dos muitos filmes que encontrei por acaso – ao fazer zapping pelos vários canais de televisão – e que adorei, apesar de nunca ter ouvido falar acerca dele. Infelizmente, muitos dos bons filmes, uma pessoa nunca chega a ter conhecimento deles. Os nossos canais generalistas só apostam em filmes americanos e de grande sucesso – e que passem vezes sem conta na TV – e depois, os outros são sempre esquecidos. A RTP2 é apenas o único canal que por vezes apresenta filmes de outra nacionalidade que não seja a americana mas mesmo assim, acho que até mesmo esse canal hoje em dia já não apresenta filmes. E se há coisa que eu realmente gosto é de filmes europeus. Sim! Não vou negar que sou também um grande apaixonado pelo cinema americano e devo confessar que vejo tudo o que é blockbuster de sucesso mas… Tenho mesmo uma grande paixão pelo cinema europeu. Tudo começou graças aos filmes espanhóis de Pedro Almodóvar. Depois, comecei a gostar também de filmes franceses graças ao realizador François Ozon. E hoje em dia, já sou apaixonado ainda por filmes alemães, noruegueses, italianos, e de tantas outras cidades europeias que fazem muito bom cinema, mas que infelizmente nunca conseguem ter a mesma projecção que os filmes americanos.

 

Mas voltando ao “Em Linha Reta”. Assim que vi o trailer do filme, percebi de imediato que iria gostar de o ver e não estava enganado. Numa noite de sábado, onde nada dava de jeito em mais de 100 canais, resolvi assistir a esse filme francês e fiquei encantado com ele. A história do jovem cego que apaixona-se por Leila, uma mulher com um passado triste, é realmente encantadora e assim de repente, fiquei a torcer durante todo o filme, para que ele tivesse um final feliz para ambos os protagonistas.

 

 

Não me recordo de ter visto nenhum dos actores principais em outro filme e penso também que nunca vi nenhum outro filme do realizador. Mas apesar de desconhece-los, simpatizei-me com todos eles e acho que todos fizeram um bom trabalho. O filme pode não ser nenhuma obra-prima e pode contar uma história banal, talvez já muitas vezes contada em outras perspectivas, mas o filme consegue ser convincente e comover até mesmo o mais durão dos durões. Eu adorei! No final do filme senti que valeu mesmo a pena perder algum tempo em vê-lo e sim! Eu recomendo a quem adore filmes com uma bonita mensagem de esperança

 

Para quem agora tiver curiosidade em assistir ao filme, no próximo dia 30, terça-feira, o filme irá ser transmitido no canal TVCine 1 às 9h25 e ainda às 17h55.

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por ermes, em 27.07.13

O Cinema é a minha paixão...

A minha paixão pelo Cinema já vem de longe. De muito longe!

 

Hoje, aos 32 anos, lembro-me perfeitamente que a primeira vez que fui ao cinema, devia ter uns 7 aninhos e na companhia da minha mãe, irmãos, uma tia e uns primos, fomos até ao extinto Cinema Éden (penso que era esse o nome) lá nos Restauradores. Fomos ver o filme “Quem Tramou Roger Rabbit?” e lembro-me perfeitamente que na altura, fiquei fascinado com toda aquela magia. Os meus olhos ficaram bem arregalados para assistirem a cada momento hilariante do filme e quando naquela tarde, saí da sala de cinema, eu não tinha dúvidas nenhumas de que tinha passado por uma das melhores experiências da minha vida. Logo naquela altura fiquei apaixonado pelo cinema e com o passar dos anos, comecei a perceber que eu precisava do cinema para viver.

 

Da mesma forma que sei qual foi o primeiro filme que vi numa sala de cinema, sei também qual foi o último filme que vi. Infelizmente e devido à situação em que me encontro há já algum tempo – o desemprego – eu já não tenho tido a possibilidade de assistir aos filmes que queria ver através do grande ecrã. E antes de atravessar e de me manter nesse mau momento na vida, eu costumava dizer, que o cinema era para mim como o ar que eu respiro. Da mesma forma que preciso de oxigénio para encher os meus pulmões de ar e fazer com que tudo em mim funcione, eu dizia também que precisava do cinema para continuar a viver. Nunca fui pessoa de ter vícios se bem que, aos olhos de muita gente, as minhas (frequentes) idas ao cinema eram vistas como um grande vício. Mas eu precisava daquilo para pelo menos, sentir-me um pouco mais feliz ao fim do dia. Com o cinema, eu conseguia fazer viagens maravilhosas. Ir a lugares que eu nunca pensei ir e até visitar outros planetas. Com o cinema, eu em poucos minutos conseguia sentir tudo o que houvesse para sentir. Conseguia sorrir e rir às gargalhadas. Conseguia amar e odiar. Através do cinema eu tinha receios, tinha medos, surgiam várias questões na minha cabeça que me faziam pensar sobre variadíssimos assuntos, enfim… Através do cinema eu tanto tinha momentos de grande alegria como também de grande tristeza, onde muitas vezes, deixava-me ficar na sala do cinema até ao final dos créditos para recompor-me e limpar o meu rosto das lágrimas que não conseguia evitar que caíssem. Sim! Através do cinema eu chorei muito e isso aconteceu precisamente na última vez que fui ao cinema, no passado mês de Janeiro, para ver pela segunda vez o filme “A Vida de Pi” do realizador Ang Lee. Por mim, aquela não teria sido de forma alguma a última vez a ir ao cinema. Se eu pudesse, eu iria ao cinema todas as semanas, todos os dias mas, do modo como as coisas estão, há que dar prioridades a outras coisas e infelizmente, uma ida ao cinema, por muito mágica que seja, já se tornou um luxo, do qual não tenho para já, condições para financiar.

 

Mas independentemente de já não ir ao cinema com a frequência que ia, o cinema continua a ser a minha paixão e continuo a ter a mesma opinião de sempre: eu não consigo viver sem o cinema! Por isso, continuo a ver filmes e mais filmes, a todas as horas, sempre que possível. Posso já não ver os filmes há mesma altura que a maioria das pessoas mas sei sempre que assim que estreia um filme no cinema, meses depois ele vai passar na televisão e aí eu terei oportunidade de o ver. Sei bem que não é a mesma coisa mas de momento, é a única possibilidade de continuar a alimentar-me desse vício saudável e necessário. Como a um preço bastante favorável, eu tenho através do serviço ZON os canais TVCine, é através deles que eu tenho visto muitos dos filmes que eu queria ver numa sala de cinema, assim como também tenho visto tantos outros filmes que eu nunca sequer imaginava que existiam. E para falar a verdade, é precisamente esses filmes que eu desconhecia, que mais alegrias me estão a dar. Mas quanto a isso, eu vou aqui falar nos próximos dias acerca deles.

 

Neste novo blog (que de novo não tem nada, pois é apenas a continuação de um velho) eu vou obviamente falar dos filmes da minha vida. Às vezes quando penso nisso, chego sempre à conclusão de que é muito complicado fazer uma lista de filmes favoritos. Há tantos que eu gosto, tantos que realmente fazem parte da minha vida mas, aos poucos, eu vou aqui destacar alguns desses filmes. Filmes que para muitos podem até nem ter nenhuma importância, mas que para mim, por uma razão ou outra, ficaram bem presos na minha memória. E para além de aproveitar este blog para partilhar com vocês aqueles filmes que eu não consigo esquecer, sempre que possível vou ainda deixar a minha breve opinião acerca dos filmes que vou vendo por aí. Devo desde já afirmar que não sou nenhum crítico de cinema e tenho a noção de que muitas das minhas opiniões não vão de encontro à opinião geral que por vezes leio noutros blogs de cinema. Felizmente eu sou diferente a toda à gente e felizmente, eu tenho sempre a coragem de dizer que detesto um filme que a grande maioria dos críticos adorou. E olhem que isso acontece com muita frequência. Eu não sou daqueles que diz que gosta de um filme só porque todos à volta dizem que adoram. Eu não sou daqueles que lê um livro só porque todos o lêem. Também não sou daqueles que vê um programa na televisão, só porque todos vêem e falam dele e… enfim!! Com o tempo vocês irão perceber isso…

 

Bem-vindos a este blog e… eu acho que agora, está na hora de eu começar o filme da minha vida

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